10.1.07

Saindo do nada, ou melhor, de 'Puerto Bizarro'











Depois de uma noite bizarra no meio do nada, acordamos cedo para comprarmos as passagens de onibus, mas fomos perguntar se realmente não havia previsão para a saída do trem, no caminho vi um cara branco e outro com fisionomia boliviana perguntando ao funcionário da empresa quando sairia o trem, me aproximei e escutei a conversa pela metade, percebi que nao haveria trem, mas para ter certeza fui perguntar aos dois. Realmente um era boliviano e o outro brasileiro e mochileiro como nós, nos apresentamos e resolvemos buscar um meio de ir para Santa Cruz.
O boliviano, chamado Miguel, era gente boníssima, nos levou a Corumbá onde procuramos um onibus ou um voo para Santa Cruz. Não conseguimos e voltamos para Puerto Bizarro onde Miguel sugeriu que fossemos de carro até a próxima estação onde a ferrovia nao estava interditada.
Conseguimos fretar um taxi até Robore por 95 dólares que a esta altura seriam divididos para três, o brasileiro chamado César e morador de Campinas juntou-se a nós na jornada e seguimos caminho.
PS.: fomos mascando coca durante todo o caminho.

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