Depois de uma noite bizarra no meio do nada, acordamos cedo para comprarmos as passagens de onibus, mas fomos perguntar se realmente não havia previsão para a saída do trem, no caminho vi um cara branco e outro com fisionomia boliviana perguntando ao funcionário da empresa quando sairia o trem, me aproximei e escutei a conversa pela metade, percebi que nao haveria trem, mas para ter certeza fui perguntar aos dois. Realmente um era boliviano e o outro brasileiro e mochileiro como nós, nos apresentamos e resolvemos buscar um meio de ir para Santa Cruz.
O boliviano, chamado Miguel, era gente boníssima, nos levou a Corumbá onde procuramos um onibus ou um voo para Santa Cruz. Não conseguimos e voltamos para Puerto Bizarro onde Miguel sugeriu que fossemos de carro até a próxima estação onde a ferrovia nao estava interditada.
Conseguimos fretar um taxi até Robore por 95 dólares que a esta altura seriam divididos para três, o brasileiro chamado César e morador de Campinas juntou-se a nós na jornada e seguimos caminho.
O boliviano, chamado Miguel, era gente boníssima, nos levou a Corumbá onde procuramos um onibus ou um voo para Santa Cruz. Não conseguimos e voltamos para Puerto Bizarro onde Miguel sugeriu que fossemos de carro até a próxima estação onde a ferrovia nao estava interditada.
Conseguimos fretar um taxi até Robore por 95 dólares que a esta altura seriam divididos para três, o brasileiro chamado César e morador de Campinas juntou-se a nós na jornada e seguimos caminho.
PS.: fomos mascando coca durante todo o caminho.