25.4.07

A volta





Fascinados com o gigantismo da cidade inca, localizada no final de um vale de difícil acesso até os dias de hoje e com as diversas sensações que eram sentidas por nós a cada passo na cidade, desde as casas no ponto mais alto da cidade até nos platôs onde hoje pastam algumas llamas, passando pelo grande espaço plano no meio, onde aconteciam os jogos incas, não nos importávamos com a forte chuva que caia e só queríamos percorrer cada canto, cada peculiaridade do local, sem nos importarmos com as 2 horas de caminhada e os 600 m da escadaria.
No começo ficamos juntos, mas como tínhamos pouco tempo, decidimos que cada um deveria tomar seu caminho e começei a caminha pelo lado oeste da cidade, enquanto o César e o Paulo subiram para o ponto mais alto, a Cláudia - argentina - sumiu de minha vista. Caminhei bastante, conheci o 'templo del sol', o campo dos jogos incas e as principais construções no ponto central da cidade, tentei conhecer principalmente onde os turistas não podiam visitar, sempre com o jeitinho brasileiro e conversando um pouquinho, foi ai que percebi o jeitinho argentino e encontrei a Cláudia justamente onde os turistas não podiam passar, conversando com funcionários e operários do parque.
Cada lugar nos davam uma visão diferente com uma sensação de paz e magia, onde sentia-me num mundo fantasioso, digno dos rincões de filmes de aventura como Harry Potter e Senhor dos Anéis. Realmente fascinante.
Retornamos no ônibus turístico até a estação ferroviária, o que levou em torno de 30 minutos, passeamos um pouco pela feira livre de Águas Calientes e entramos na estação. O retorno foi bem tranquilo com apresentações folclóricas e belas paisagens como as montanhas cobertas de neve depois da chuva.
Seguimos até uma estação depois de Ollantan e pegamos uma van, a noite já caia e não resisti a jornada que começou as 6:00 da manhã, fui dormindo até Cusco.

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